Servidores Virtualizados
O aumento muito significativo do desempenho dos processadores, designadamente com o advento da tecnologia multi-core, tem vindo a proporcionar equipamentos muito mais poderosos e de maior capacidade a custos semelhantes.
O aumento de performance e de capacidade dos computadores tem sido aproveitado na aplicação de novos conceitos como os de Virtualização de Máquinas, traduzindo-se na possibilidade de usar a mesma máquina física (computador) para correr várias máquinas virtuais – vários sistemas operativos, idênticos ou diferentes, cada qual com o seu conjunto de aplicações próprio. Desta forma consegue-se diminuir o número total de máquinas necessárias, diminuindo os custos de investimento.
Para as organizações que o necessitem, já é possível possuir Sistemas de Informação que funcionem (em grande medida) com características de Alta Disponibilidade (HA – High Availability), Redundância e Balanceamento de Carga, a custos muito razoáveis.
Em especial para os processos da Organização considerados críticos, a tendência é que os mesmos assentem em sistemas que garantam o funcionamento sem interrupções, pela existência de equipamentos que assumirão as funções de outros que falhem, mesmo que não o façam com a mesma qualidade em termos de serviço isto é, poderão fazê-lo de forma mais lenta ou de forma parcial e apenas nas funções imprescindíveis, etc.. O importante é que o Sistema de Informação ficará operacional nas funções que tiverem sido definidas como fundamentais pelos responsáveis da Organização.
Exemplos:
- Dois ou mais Servidores usando VMware ESX e Linux e Windows em Máquinas Virtuais
- Dois ou mais Servidores usando Linux e XEN e Linux e Windows em Máquinas Virtuais
- Dois ou mais Servidores usando Windows Virtual Server 2008 (?, quando estiver disponível) e Linux e Windows em Máquinas Virtuais